O que são juros compostos
Nos juros compostos, os juros de cada período passam a integrar o capital do período seguinte, e também rendem juros — o famoso "juros sobre juros". É o modelo usado na poupança, CDBs, financiamentos, cartão de crédito e na maioria dos investimentos.
Fórmula
Sem aportes: M = C × (1 + i)^t. Com aporte periódico constante (aplicado ao final de cada período): M = C × (1 + i)^t + A × [((1 + i)^t − 1) / i], onde C é o capital inicial, i é a taxa por período (em decimal), t é o número de períodos e A é o valor do aporte.
Exemplo
R$ 1.000 aplicados a 1% ao mês por 12 meses, sem aportes: M = 1000 × 1,01^12 ≈ R$ 1.126,83. Com aporte mensal de R$ 100, o montante final seria bem maior, pois cada novo aporte também passa a render juros pelo tempo restante.
Juros compostos e o efeito do tempo
Quanto maior o tempo de aplicação, maior o peso dos juros sobre juros — é o chamado "juros compostos trabalhando a seu favor" nos investimentos, e "contra você" nas dívidas (como o rotativo do cartão de crédito, que costuma ter taxas muito altas).
Perguntas frequentes
Essa calculadora considera aportes mensais?
Sim, opcionalmente. Se você não fizer aportes, deixe o campo em 0 ou vazio.
O aporte é considerado no início ou no fim de cada período?
No fim de cada período (modelo de série uniforme postecipada), que é a convenção mais comum em simulações desse tipo.
Essa calculadora desconta impostos ou taxas de administração?
Não. O resultado é bruto — para investimentos reais, descontos como Imposto de Renda e taxa de administração reduzem o rendimento líquido.